Fundada em 1551, na ilha da Vitória, às margens da baía de mesmo nome, a capital do Estado do Espírito Santo ocupa área de 81 km2 e abriga dois dos mais importantes portos do País – Tubarão e Vitória-, por onde escoa grande parte da carga de minérios exportada, oriunda dos Estados de Minas Gerais e do Pará. Seus primeiros habitantes, os índios Goitacás, a chamavam de Ilha de Guanaaní, ou Ilha do Mel, devido à sua beleza e águas ricas em peixes e mariscos.
Dentro e fora do Brasil, o litoral do Estado do Espírito Santo é famoso pela variedade e quantidade de peixes. Nas praias de Camburi, Ilhas do Frade e Boi, e em toda orla da Baía, a pesca de arremesso, redinha ou puçá, rende ao turista boas histórias, ou quem sabe, um troféu num dos inúmeros concursos realizados na ilha.
A pesca oceânica, sem sombra de dúvidas, é o cartão de visitas da pesca em Vitória. Todos os anos, do Iate Clube do Espírito Santo, na praia do Canto, saem as embarcações para o Campeonato Internacional de Pesca Oceânica, que reúne os maiores pescadores de “peixes de bico” do mundo.
Em Vitória, foram conquistados dois recordes mundiais de pesca: o maior Marlim Azul, com 636 kg, pescado em 1992, e o maior Marlim Branco, com 82,5 kg, pescado em 1979. A melhor época de pesca do Marlim Azul é de outubro a março, e do Marlim Branco, é em novembro. Mas em qualquer época do ano, a pesca é farta e certa.
Quem visita Vitória também encontra belas praias e muitas outras atrações. Como o centro da cidade, que guarda muito da história com construções coloniais, palácios e igrejas. A tradição também chega até à cozinha, repleta de panelas de barro feitas artesanalmente, que servem pratos típicos como a moqueca e a torta capixaba.
Bares, restaurantes e boates completam o leque de atrações da cidade. Com agitada vida noturna, Vitória oferece infra-estrutura completa para receber turistas em viagens de negócios e de lazer.
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